Augusto Pinochet Ugarte (Valparaíso, 25 de novembro de 1915 – Santiago, 10 de dezembro de 2006) foi um militar e ditador chileno, Chefe do Exército do Chile de 1973 a 1998 e Chefe de Estado do Chile de 1973 a 1990, primeiro como chefe da junta militar e a partir de 1974 como Presidente da República.
Ascensão ao Poder: Pinochet ascendeu ao poder através do <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Golpe%20de%20Estado%20de%201973%20no%20Chile">Golpe de Estado de 1973 no Chile</a>, que derrubou o governo democraticamente eleito de Salvador Allende. Este golpe foi planejado e executado com apoio dos Estados Unidos.
Regime Ditatorial: Durante seu regime ditatorial, que durou 17 anos, o Chile implementou políticas econômicas neoliberais, resultando em um crescimento econômico significativo, mas também em desigualdade social. O regime é amplamente criticado por violações dos <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Direitos%20Humanos">Direitos Humanos</a>, incluindo tortura, desaparecimentos forçados e assassinatos de opositores políticos.
Operação Condor: Pinochet esteve envolvido na <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Operação%20Condor">Operação Condor</a>, uma campanha de repressão política e terrorismo de Estado envolvendo serviços de inteligência de países da América do Sul para eliminar opositores políticos.
Transição para a Democracia: Em 1988, um plebiscito rejeitou a continuidade de Pinochet no poder. Em 1990, entregou o cargo a Patricio Aylwin, dando início à transição para a democracia no Chile.
Imunidade e Processos Judiciais: Após deixar o poder, Pinochet manteve-se como senador vitalício, o que lhe conferia imunidade parlamentar. No entanto, essa imunidade foi posteriormente retirada e ele enfrentou diversos processos judiciais por violações de direitos humanos. Apesar das acusações e prisões domiciliares, nunca foi formalmente condenado. Sua saúde deteriorou-se e ele faleceu em 2006, enquanto ainda enfrentava processos.
Legado: O legado de Pinochet é extremamente controverso. Seus apoiadores destacam o crescimento econômico do Chile durante seu governo, enquanto seus críticos o condenam pelas graves violações de direitos humanos e pela supressão da democracia. A memória de seu regime continua a ser um tema sensível e polarizador na sociedade chilena.
Ne Demek sitesindeki bilgiler kullanıcılar vasıtasıyla veya otomatik oluşturulmuştur. Buradaki bilgilerin doğru olduğu garanti edilmez. Düzeltilmesi gereken bilgi olduğunu düşünüyorsanız bizimle iletişime geçiniz. Her türlü görüş, destek ve önerileriniz için iletisim@nedemek.page